03.09.18

Meet the Producer : Sofia Miranda

-What makes you happy as a producer and as a human being?
Picking up a script with the director,  organizing and thinking about who would make the best  team to be able to deliver a great “film”. Being able to find solutions, to see the problems in advance, to be able to learn  so that the production house grows and with it, each person of our team. The challenge of building up a Brand. The trust of our clients. Learning, the ocean, driving, music, dancing, traveling, a tree, a good story, food, wine, friends, and my daughter Frida. Be part of a generation that his fighting and is making an effort to take care of our planet. Working with a good team… These are just a few of the things that make me happy.
 
-If there’s anything to know about you, what would it be?
I am someone that has to believe in something in order to make it happen. The strength of my belief in a project, person, or anything can be extremely strong.
 
-Is it difficult to be a women in this industry? And which tips would you give to the ones that aspire to become a producer?
I have never actually felt difficulties, never felt that the fact of being a women is more difficulty than if I were to be a man… My advices would be : listen, observe, learn, make an effort to find solutions according to the project and to the achievements that every person involved wants to get. There are necessary skills one needs to achieve. The ability to see and realize what your team needs and finding a way to contribute to the growth of the production house. To be very responsible, to know when to say no. 
 
– What inspired you to become a Producer?
My passion for films, photography, music. My  will of wanting to make it good, to make it better. The knowledge and skills that I have been able to acquire during the last 18 years of working for the national market.  As the skills and knowledge I acquired during the past 5 years for the international market as a producer of Platige Image for live action films and animation films. 
 
-Have you got any crazy story to share to the world?
 Few I think… right now I remember this one : crossing the border of a country at war,  during the middle of the night, walking along with a journalist and a rabbi.
         

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– O que é que te faz feliz como produtora executiva e como ser humano?
Receber um Script e com o  realizador, pensar, organizar, e criar  a melhor equipa para poder entregar o melhor  “filme”.   Encontra as melhores soluções, antecipar-me aos problemas; ser capaz de aprender de forma que a Produtora cresça e com ela  cada elemento da equipa. O desafio de ajudar a construir uma Marca. A confiança dos nossos clientes.Essas são apenas algumas coisas que me fazem feliz, como ser humano,O Oceano, conduzir, a música, dançar, viajar, uma árvore, uma boa história, comida acompanhada de um bom vinho e amigos, a minha filha Frida.Trabalhar com uma boa equipa…
 
–  Se houvesse algo a saber sobre ti, o que seria?
Eu sou uma pessoa que necessito Acreditar para que as coisas aconteçam,  ganho outra força quando acredito num projecto, numa pessoa, numa ideia….
   
-É difícil ser mulher nessa indústria? E quais dicas darias para as que querem tornar-se produtoras?
Eu nunca senti que o facto de ser mulher fosse mais difícil do que se eu fosse um homem…. Meus concelhos seriam:  Ouvir, ser interessado, aprender, ensinar . Fazer um esforço para encontrar soluções que estejam de acordo com o projecto, conseguindo que os objectivos de todos os envolvidos sejam alcançados. É importante ter capacidade de ver e perceber as necessidades de todas as pessoas da equipa e as necessidades da Produtor. Ser muito responsável, saber quando dizer não.
     
– O que é que te inspirou a tornar-se produtora ?
Minha paixão por filmes, fotografia, música; minha vontade de querer e gostar de produzir um projecto do inicio ao fim. O conhecimento e as habilidades que eu pude adquirir nesses 18 anos a trabalhar no mercado nacional e no internacional como Produtora da Platige Image.
   
– Tens alguma história louca para partilhar com o mundo?
Algumas , sim… nesse exacto momento recordo-me, de cruzar a fronteira de um país em guerra, caminhando,  a noite já tinha caído, nessa mesma noite um jornalista e um rabino, também cruzavam a fronteira, não nos conhecíamos, por motivos  diferentes estávamos há mesma hora no mesmo sitio, um silêncio profundo, só se ouvia os nossos passos, algumas palavras trocadas e sentia-se a tensão provocada pela incerteza de chegar ao outro lado. Para mim pareceu-me uma aventura, ainda hoje me é difícil ter a noção de perigo, e até hoje tudo sempre correu bem