06.09.18

Meet the director : Diana Antunes

     

 
– How would you describe your universe?
Quiet, even when it gets messy. A whirl of emotions enveloped in a layer of tranquility.
– What makes you happy as an artist and as a human being?
Finding myself in uncommon places.
– If there’s anything to know about you, what would it be?
Apparently I’m part of the 1% of colourblind women and I really have a hard time distinguishing the word clam from plum.Also, I’m quite fascinated about the unknown and I spend a big part of my time with my head in another reality. 
– Which message do you want to share throughout your work?
I want people to feel something.
– What are your influences? How are they affecting your work? 
I was a ballerina since I was a little child. The movement, the body expression, the musicality and the unknown is what I feel more fascinated about it. My creativity raises out of uncommon places that take me out of my daily safe routine. 
– What piece from your work do you feel most identified with?
A new music video that is about to get released for Classe Crua.
Is it difficult to be a women in this industry?
Yes, it is. It’s sad that in XXI century we are still debating about women having equal rights. It’s definitely harder for us to have the same type of opportunities as man do, but I try not to let this influence my will to create.
       

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– Como descreverias o teu universo?
Calmo. Um turbilhão de emoçōes envolto numa camada de tranquilidade.
– O que é que te faz feliz como artista e como ser humano?
Descobrir-me em lugares fora do comum.
– Se houvesse algo a saber sobre ti, o que seria?
Aparentemente faço parte do 1% de mulheres daltônicas e tenho bastante dificuldade em distinguir a palavra ameixa de amêijoa. Sou bastante fascinada e apaixonada pela viagem mental, acabo por passar grande parte do meu dia com a cabeça noutra realidade.
– Que mensagem queres passar com o teu trabalho?
Quero que o meu trabalho mexa com as pessoas.
– O que é que te inspirou a tornar-se realizator ?
A possibilidade de contar histórias, as minhas e daqueles com quem tenho a sorte de me cruzar.
– Quais é que são as tuas influências? Como é que afectam o teu trabalho?
Dancei desde pequenina. O movimento, a expressão corporal, a musicalidade e o desconhecido são coisas que me fascinam. A minha criatividade desperta maioritamente através de lugares estranhos e acōes que me retiram da rotina.
– Com qual dos teus trabalhos te identificas mais?
Um videoclip que vai sair entretanto para os Classe Crua.
-É difícil ser mulher nessa indústria?
Sim, é. É triste que em pleno século XXI as mulheres continuem a lutar pela igualdade de direitos. É definitivamente mais difícil para nós termos as mesmas oportunidades que os homens têm, no entanto, tento que isto não influencie a minha vontade de criar.

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